Quando o tic tac do relógio e o reflexo do espelho devem deixar de ser bússolas?
Em Comportamento | 13 de abr de 2018

*Crônica

Uma hora e meia de atraso. Hunf! Que saco! Será que além de aprender a fazer letra feia e ilegível os médicos também estudam na faculdade de medicina como deixar um paciente mofando na sala de espera? Nota mental: perguntar para a Julia – minha amiga quase médica – se isso de fato é um ritual da galera do jaleco branco.

Mas você não é gorda, ela é!
Em Comportamento | 27 de mar de 2018

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*Crônica

Depois que comecei a falar a palavra gorda de forma leve e em tom de normalidade nos ambientes que frequento, me deparei com uma situação um tanto quanto inusitada: vez ou outra pegava a galera usando a palavra para ferir ou atacar um desafeto qualquer.

É nesse momento que você respira, conta até mil e passa por três estágios em poucos segundos: o de negação, que é quando você não acredita que alguém tão próximo de você usa uma característica sua para atacar negativamente alguém; o de indignação por pensar “Alô galera! Tem uma gorda aqui do seu lado”; e revolta por não entender o porquê as pessoas ainda usam o peso do outro para diminuí-lo.

Meu amor antes de um amor?
Em Comportamento, Viva fora dos rótulos | 12 de mar de 2018

*Crônica

Relacionamentos humanos são difíceis, até porque conviver com as diferenças, e até mesmo com as semelhanças, não é uma tarefa tão fácil. O que piora essas tentativas de convívio é que nem sempre conseguimos de fato anular a presença de um desafeto de nossa vida pelo simples fato de que aquela pedra no seu sapato é um cristal na vida de alguém importante para você, do seu verdadeiro amor.

Respira um, respira dois e respira três. Conta de um a mil. Sorria e acene porque essa tortura tem hora para acabar. Às vezes, dura as 4 horas de festinha do filho do amigo, os poucos minutos de conversas cruzadas no churrasco da família ou duas horas intensas de um almoço indesejado.

5 frases machistas que eu já disse (e me envergonho!)
Em Comportamento | 07 de mar de 2018

Olhar para dentro e colocar a autocrítica em prática é muito difícil, mas asseguro que na mesma proporção é enriquecedor. Gostaria de te convidar a fazer esse mesmo exercício e, caso você se identifique com os meus apontamentos, não se sinta mal, afinal nascemos e crescemos em uma sociedade patriarcal* em que inconscientemente acreditamos que o machismo é normal.

Legenda:Patriarcado

A transição da fase menina para mulher me trouxe uma nova visão para o Dia Internacional da Mulher e a data perdeu o sentido de celebração para tornar-se símbolo de resistência.

Trago seu amor próprio em 5 passos
Em Comportamento | 07 de mar de 2018

Se você chegou nesse texto muito provavelmente sente que precisa se libertar de exigências e padrões que te limitam e entristecem, certo?Ao contrário do que sugere o título, o cultivo do amor próprio não tem fórmula mágica, mas a boa notícia é que o mapa da mina está em nossas mãos.

A real é que não é nada fácil se achar um mulherão da porra, afinal, desde que nascemos somos condicionadas a acreditar que, para sermos felizes, temos que ter o mesmo corte de cabelo, tamanho de cintura ou estilo da modelo das capas das revistas.